TRIBOL CELEBRA 15 ANOS COM NOVA LOCALIZAÇÃO, ESPÍRITO DE COMUNIDADE E ESTRELAS DO DESPORTO

Nos dias 11, 12 e 13 de julho, Vila Real recebe a 15.ª edição do Torneio Tribol de Praia Cidade de Vila Real, que este ano se realiza junto ao Parque da Estação. Após um ano de interregno motivado pelo início das obras do novo Complexo de Piscinas de Codessais, e com os trabalhos previstos para o polivalente da Estação ainda por arrancar, surgiu uma “janela de oportunidade ímpar” para manter viva esta tradição desportiva num novo cenário urbano.

Alexandre Favaios, presidente da Câmara Municipal, destacou: “O Tribol é muito mais do que um torneio. É um momento de celebração da nossa comunidade, mas também um símbolo da vitalidade da cidade no que diz respeito ao panorama desportivo. Ao longo destes 15 anos, destacou-se como um evento que junta desporto, lazer, convívio e boa disposição, mobilizando gerações e promovendo o espírito de cidadania.” Acrescentou ainda: “Este ano, ao realizar-se num novo espaço, ganha também maior visibilidade, no coração da cidade, reforçando o seu papel no verão vila-realense.”

Organizado pela Associação de Andebol de Vila Real, com apoio do Município e da Freguesia de Vila Real, o Tribol já se consolidou como tradição. Francisco Rocha, presidente da Junta, reforçou: “Tradição e futuro são o nosso lema. O Tribol é já uma marca identitária e queremos que perdure até ao centenário.” A nova localização, segundo afirmou, permitirá “um momento para estarmos juntos, com alegria, em torno do desporto e da nossa cidade, que celebra 100 anos de elevação a cidade”.

Adriano Tavares, da organização, sublinhou: “É uma satisfação termos ao nosso lado as entidades mais importantes do concelho. Este ano, a grande novidade é o espaço.” O programa mantém a estrutura habitual: Tribol Kids, voleibol, futebol, andebol, churrasco convívio, triparty e os Jogos das Estrelas. “Temos jogadores que foram vice-campeões da Europa e do Mundo. Só a sua presença engrandece o evento”, referiu. A vertente solidária mantém-se, com recolha de bens para a Refood.

Com espírito renovado, o Tribol continua a afirmar-se como muito mais do que um torneio – “é cidadania feita pelo desporto”, concluiu Adriano Tavares. Em jeito de projeção para o futuro, o presidente da Câmara revelou ainda que o novo Complexo de Codessais irá incluir um areal permanente com condições melhoradas, permitindo que o Tribol continue a crescer e a afirmar-se como referência do verão desportivo em Vila Real.

VILA REAL AVANÇA COM CLASSIFICAÇÃO DE CONJUNTO VIÁRIO HISTÓRICO NA CAMPEÃ

A Câmara Municipal de Vila Real pretende classificar como conjunto de interesse municipal a calçada romano-medieval, o arco granítico e o cruzeiro do Senhor da Boa Hora, localizados na freguesia da Campeã, com o objetivo de proteger e valorizar este património.

O anúncio foi publicado em Diário da República e marca o início do prazo de 30 dias úteis para audiência prévia, permitindo que todos os interessados se pronunciem sobre o projeto de decisão de classificação.

Segundo a vereadora com o pelouro da Cultura, Mara Minhava, trata-se de “um importante conjunto arquitetónico viário” situado junto à Estrada Nacional 304, que integra uma calçada utilizada antes da construção da estrada real no século XIX, um arco granítico de rara sobrevivência na região e um cruzeiro datado do século XVIII.

A vereadora explicou ainda que o cruzeiro está atualmente a ser restaurado com o apoio da Junta de Freguesia da Campeã e dos serviços municipais, nomeadamente de um arqueólogo, com a coordenação de Vítor Nogueira. Após ter sido retirado há cerca de 70 anos e levado para um solar de uma povoação vizinha, foi possível recuperá-lo, sendo agora necessário o devido acompanhamento arqueológico e obras de restauro, para que possa ser recolocado no seu local original.

No livro “Seis calçadas lajeadas do concelho de Vila Real”, da autoria de Vítor Nogueira, refere-se que o arco memorial da Campeã, com provável função sepulcral e memorativa, terá sido construído na baixa Idade Média, sendo um dos sete monumentos do género ainda existentes em Portugal. Para Mara Minhava, esta classificação não só garantirá a preservação e a integridade do património, como também reforçará o sentimento de identidade da população da Campeã e poderá dinamizar o turismo cultural neste espaço rural, nomeadamente através da criação de roteiros que integrem este conjunto viário e religioso.

Após o período de audiência prévia, a decisão final será publicada em Diário da República, formalizando assim a classificação do conjunto como património municipal.

VILA REAL LANÇA HASTA PÚBLICA PARA CONCESSÃO DE ESPAÇOS DE BARES NO LARGO DA ESTAÇÃO

Na mais recente reunião do executivo municipal, foi autorizada a abertura de Hasta Pública para a concessão da utilização privativa do domínio público do Município de Vila Real, destinada à instalação e exploração de cinco contentores para bares/cafés no Largo da Estação.

Este procedimento dá seguimento ao projeto aprovado em outubro de 2022, no âmbito do PEDU (Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano), que previa a criação de uma zona de estadia e lazer no lado poente da Estação de Caminho-de-ferro, junto ao muro da Quinta da Raposeira. A proposta inclui a instalação de cinco contentores marítimos adaptados a estabelecimentos de bebidas, com áreas de esplanada, e de um edifício de apoio com instalações sanitárias.

A concessão será atribuída através de hasta pública, garantindo transparência, concorrência leal e valorização do domínio público municipal, ao permitir que o mercado defina os valores de ocupação em função do potencial do local. O valor mínimo mensal de licitação é de 200 euros, não sujeito a IVA, e o prazo de concessão é de 10 anos, renovável automaticamente por períodos de 5 anos.

Esta medida visa dar nova vida à zona envolvente da estação, promovendo a sua dinamização social e económica, ao mesmo tempo que assegura a rentabilização responsável do espaço público.

O Presidente da Câmara, Alexandre Favaios, destacou a importância desta iniciativa, “este é um projeto pensado para valorizar uma zona central da cidade, criando novas oportunidades para os empreendedores locais e oferecendo mais espaços de convívio à população. Ao abrir este processo à concorrência, garantimos equidade e transparência, ao mesmo tempo que promovemos o dinamismo urbano e a ocupação qualificada do espaço público.”

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MUNICÍPIO DE VILA REAL APROVA ABERTURA DE PROCEDIMENTO PARA REABILITAÇÃO DA ANTIGA ESCOLA CARVALHO ARAÚJO

O Município de Vila Real aprovou, em reunião de Câmara, a abertura do procedimento para a aquisição de serviços destinados à elaboração do Projeto de Execução da reabilitação do edifício da Antiga Escola Carvalho Araújo.

A intervenção visa recuperar e renovar o imóvel para acolher diversos serviços municipais, inserindo-se na estratégia de reabilitação urbana que o Município tem vindo a desenvolver nos últimos anos.

A operação representa um investimento de 80.000,00 €, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, sendo o prazo previsto para a execução dos serviços de 180 dias a contar da data de celebração do contrato.

Esta decisão representa mais um passo na estratégia do Município para reforçar e qualificar a resposta, dotando os serviços de condições modernas, funcionais e integradas num único espaço.

PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL DE VILA REAL PARA 2025 APROVADO

A Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais (CMGIFR) de Vila Real aprovou, numa reunião recente, o Plano Operacional Municipal (POM) para o ano de 2025. Este plano resulta do trabalho conjunto de todas as entidades que atuam na prevenção e combate aos incêndios florestais no concelho.

O POM tem como principal objetivo organizar e tornar mais eficaz a resposta aos incêndios, definindo com clareza os meios humanos, técnicos e materiais disponíveis para atuar nas várias fases: prevenção, vigilância, primeira intervenção, combate, rescaldo e pós-rescaldo.

Com este plano, pretende-se garantir uma resposta rápida aos incêndios logo no seu início, evitando que ganhem grandes proporções. Para isso, o POM promove a articulação entre todos os agentes responsáveis pela defesa da floresta contra incêndios, como bombeiros, GNR, proteção civil, sapadores florestais, autarquias, entre outros.

A prevenção continua a ser um dos principais focos deste plano, sendo essencial o uso de técnicas adequadas e a sensibilização da população para comportamentos mais seguros nas áreas florestais.

O POM também assegura que existe um inventário atualizado de todos os meios disponíveis no concelho, bem como uma estratégia bem definida sobre como atuar consoante o risco de incêndio.

Com esta ferramenta, o Município de Vila Real reforça o compromisso com a segurança das pessoas, do território e do património natural, garantindo uma resposta mais rápida, eficaz e coordenada na defesa da floresta.

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